A Associação Cinematográfica da América, em representação dos principais estúdios de Hollywood, vai avançar com 200 a 300 processos judiciais contra indivíduos que comercializam ficheiros de filmes de forma ilegal através das redes peer-to-peer.



O principal objectivo da medida é atingir os responsáveis pela distribuição ilegal de películas antes destas serem disponibilizadas em DVD, explica a imprensa internacional que apresenta números dispares relativamente ao número de indivíduos a processar.



De acordo com as mesmas fontes, os visados poderão ser obrigados a pagar 30 mil dólares por cada ficheiro comercializado e mais 150 mil dólares por cada download efectuado, caso este vise todo o filme.



No mesmo dia, a associação anunciou novas medidas de combate à pirataria. Em coordenação com as lojas de aluguer de vídeo será lançada uma campanha publicitária anti-pirataria com o objectivo de alertar os utilizadores para o fenómeno.



Por outro lado, a associação vai disponibilizar via Internet um software gratuito que pretende ajudar os utilizadores a identificar a origem dos ficheiros recolhidos via Internet.



Dan Glickman presidente da associação explica as medidas anunciadas dizendo que "o futuro da indústria cinematográfica e das centenas de milhares de empregos que esta gera devem ser protegidos deste tipo de utilização abusiva através de todos os meios legais".



A estratégia da indústria discográfica segue agora passos idênticos aos da indústria da música representada pela RIAA que desde o início da sua cruzada contra a troca ilegal de ficheiros de música via Internet avançou já com 10 mil processos.



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