Na grande maioria dos computadores do exército israelita passou a ser proibido aceder à Internet e a contas de correio electrónico. A medida é justificada com dois principais argumentos: segurança e contenção de custos.


De acordo com uma publicação local, a decisão reage a um uso crescente por parte dos soldados de serviços como as redes sociais, e a um número crescente de episódios de publicação em serviços online de fotografias de palestinianos detidos ou informação sobre questões operacionais.


Em resposta, o exército passou a limitar o acesso a páginas de Internet com o domínio diferente de .gov.il, reservado a sites do Governo, considerando que as despesas associadas à Internet são elevadas e só devem ser suportadas para quem está de facto a trabalhar.


O jornal local que dá conta da notícia assegura que a medida foi mal recebida no seio das tropas. O exército garante que não tem notas de descontentamento, relativamente a este projecto Aldeia Global.


As autoridades asseguram que a iniciativa visa dar uma resposta adequada às ameaças identificadas já em 2011. Os membros do exército mantêm assim a possibilidade de aceder à maioria dos serviços online disponíveis, a partir dos seus portáteis e outros dispositivos electrónicos.



Nas comunicações suportadas a partir da rede e dos dispositivos militares passam a vigorar as novas regras.

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