Já apareceu algumas vezes em artigos no The New York Times, a palavra tweet. Mas não voltará a surgir. Esta semana o editor do jornal responsável pelas opções de estilo e padrões de linguagem utilizados dirigiu-se aos jornalistas numa nota que desaconselha o uso da expressão.




Embora, como fazem outras publicações, o NYT tire partido do Twitter para fomentar os fenómenos de comunidade em torno da sua publicação, o editor Phil Corbett acha pouco apropriado que a expressão seja referida nos textos do jornal.




Segundo ele, tweet - que significa escrever no Twitter, deixar uma mensagem - é um coloquialismo, neologismo e um jargão, fórmulas que o jornal tem por regra não utilizar. É, por outro lado, uma espécie de conjugação de um verbo inventado a partir do nome do serviço que acolhe os tweets, o serviço de microblogging Twitter.




O editor nota que, se Twitter é uma palavra hoje conhecida por um leque abrange de pessoas, tweet ou tweeting são termos usados por grupos mais restritos e por isso os jornalistas da publicação devem evitá-los.




Em vez disso, devem optar por referir escreveu no Twitter ou fez um post no Twitter.




O Twitter é um serviço social que se diferencia das restantes redes sociais por uma filosofia de funcionamento bastante simples, onde mensagens de 140 caracteres estão no centro da actividade de cada utilizador.



Ganhou popularidade de forma acelerada, atingindo rapidamente milhões de utilizadores e de mensagens publicadas diariamente. Actualmente já perdeu algum mediatismo e utilizadores também, ao que apontam diversos estudos onde se conclui que passaram pelo serviço muitos curiosos que hoje já não alimentam a plataforma. A grande maioria da actividade de mensagens geradas está hoje a cargo de um núcleo duro de utilizadores.

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