Depois de algumas semanas de rumores, a Google apresentou finalmente a versão final do seu serviço de música. O Google Music chega já com um mercado "instituído", mas promete abanar alicerces, principalmente face ao experiente iTunes, com algumas funcionalidades diferenciadoras.

Temas gratuitos, concertos exclusivos, amostras integrais e preços mais baixos são alguns dos "argumentos" da loja de música da gigante da Internet, por enquanto ainda limitada às fronteiras norte-americanas.

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De início, o projeto conta com a parceria das editoras EMI, Sony Music Entertainment, Universal e 23 outras editoras musicais independentes, que no seu conjunto irão criar um portfólio de 13 milhões de canções.

Todos os dias haverá um tema gratuito para descarregar, promete-se a partir das páginas do serviço, que os utilizadores podem guardar na nuvem da Google, juntamente com outras 19.999 músicas a seu gosto a que têm direito no espaço de alojamento que lhes é concedido.

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Outra das apostas é a integração com o Google+, que permitirá aos utilizadores partilharem as músicas compradas com os seus contactos, que terão direito a ouvir o tema completo, via streaming.

E por falar em compra, os preços estabelecidos variam entre 0,69 dólares e 1,29 dólares por faixa, e as músicas não integram tecnologia de proteção contra cópias.

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Prometidos estão também conteúdos exclusivos, como atuações ao vivo nunca antes divulgadas dos Rolling Stones e dos Coldplay, mas também "surpresas" por parte de Shakira, Pearl Jam, Dave Matthews Band ou de Busta Rhymes, que promoverá o seu próximo album através do Google Music.

Por último, uma referência ao Artist Hub, uma éspecie de "cantinho do artista", onde os "aspirantes a" ou músicos independentes podem criar a sua página e determinar preços para vender os seus temas diretamente ao público. O Google fica com 30% do valor pago e os artistas 70%.

Escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico

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