A Google tem até 8 de junho para responder de forma mais detalhada e concreta às questões colocadas pela União Europeia no âmbito da investigação desencadeada na sequência das alterações às políticas de privacidade levadas a cabo pela empresa em março.

A agência de proteção de dados francesa (CNIL), que age em representação dos Estados Membros da UE neste processo, considerou "insuficientes" as explicações da gigante sobres esta matéria.

As respostas da Google à carta enviada pela CNIL no final de fevereiro não convenceram a entidade, que remeteu um novo questionário à empresa, afirmando, em comunicado oficial, que "aprecia a colaboração da Google, mas lamenta que as respostas sejam frequentemente incompletas ou imprecisas".

O organismo francês reuniu-se com um porta-voz da Google no dia seguinte à receção da carta para manifestar a sua insatisfação e comunicar o novo prazo, relata a imprensa internacional, que acrescenta não ter conseguido obter qualquer comentário junto da gigante das pesquisas.

A investigação em causa foi desencadeada na sequência da unificação das políticas de privacidade de todos os serviços da Google num só documento, com o consequente tratamento de cada utilizador como um "utilizador único" em todos eles - o que implica o cruzamento de dados entre as várias plataformas da empresa.

Desde que a Google anunciou os planos, em janeiro de 2012, que na europa e EUA se têm manifestado reservas e tomado medidas para averiguar se as mudanças colocavam em causa os direitos dos clientes da Google em matéria de proteção de dados, mas isso não impediu a empresa de avançar com a mudança na data prevista, 1 de março.

Escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico

Joana M. Fernandes

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