O fundador do grupo de hackers CyberTeam, conhecido “Zambrius”, foi condenado nesta terça-feira a seis anos de prisão por crimes de acesso ilegítimo, dano informático, sabotagem e acesso indevido.

O Jornal de Notícias avança que o jovem de 21 anos é suspeito de praticar ataques informáticos desde os 15. Entre as vítimas do pirata informático encontram-se a Associação Portuguesa de Árbitros de Futebol (APAF), a SAD do Benfica, a Altice Portugal, a Universidade Nova de Lisboa e ainda o Estado-Maior das Forças Armadas.

Recorde-se que, em novembro de 2020, a polícia judiciária tinha voltado a deter o pirata informático após ataques cibernéticos ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) do Brasil, dos quais assumiu publicamente a autoria, acrescentando que o grupo por ele fundado teria atacado, ao longo desse ano, pelo menos outros 61 domínios “.br”, e desde 2017 foram invadidos 140.

Líder do grupo português CyberTeam reivindica ataque a Tribunal Superior Eleitoral do Brasil
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Entre as suas reivindicações, o líder da CyberTeam assumiu também a invasão do Ministério da Saúde, que segundo o jornal O Estado de São Paulo, prejudicou a divulgação de dados sobre a COVID-19.

No seguimento das declarações que fez ao jornal brasileiro, onde terá afirmado que os ataques foram feitos através do smartphone e que se tivesse um computador os mesmos teriam um impacto maior, o jovem terá sido detido novamente pela Polícia Judiciária, através da unidade de combate ao cibercrime. O jovem foi apresentado ao tribunal, apontado como reincidência dos crimes, ficando à espera de novas medidas de coação.

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