Alguns dos 29 países que formam a Aliança Atlântica exprimiram a sua preocupação sobre a segurança dos serviços prestados pela Huawei, levando o seu secretário-geral a admitir hoje a possibilidade de uma eventual intervenção. Estas declarações de Jens Stoltenberg surgem numa altura em que a Huawei se prepara para investir em novas infraestruturas de 5G.

Stoltenberg afirma que a NATO encara as preocupações dos países aliados da organização “de forma muito séria”. Nesse sentido, irá continuar a acompanhar as consultas aos seus membros de modo a procurar a forma como a NATO poderá, eventualmente, intervir.

Os Estados Unidos, membro da NATO, têm acusado a empresa tecnológica de permitir aos serviços secretos da República Popular da China o acesso a dados e informações dos utilizadores. Apesar dos sucessivos desmentidos por parte dos chineses, o governo americano considera que a utilização da rede 5G da Huawei representa uma séria ameaça ao continente europeu. A Huawei já respondeu com a abertura do seu Centro de Transparência e Cibersegurança em Bruxelas.

Recordamos que já esta semana o Parlamento Europeu se tinha juntado à lista de organizações com preocupações em relação às alegações de grandes vulnerabilidades por parte do equipamento 5G desenvolvido por empresas chinesas.

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