A Comissão Europeia aprovou uma proposta que prevê a implementação de restrições ao discurso de ódio em várias redes sociais. Uma vez aprovado, o documento deverá determinar a eliminação de vídeos que promovam o terrorismo, incitem à violência ou à discriminação, publicados em sites como o Facebook, Twitter e YouTube.
Se passar no Parlamento Europeu, esta será a primeira lei europeia a atuar ativamente sobre as redes sociais.
Dos documentos aprovados durante a última reunião da Comissão constam ainda algumas medidas que obrigariam serviços de streaming de conteúdos multimédia, como o Netflix e o Amazon Prime Video, a constituir 30% do seu catálogo com filmes e programas televisivos europeus. Em adição, as empresas teriam ainda de ajudar a financiar a produção destes conteúdos nos países europeus em que operam.
Recorde-se que a Alemanha está a aplicar multas a todas as empresas que não removam conteúdos de incitamento ao ódio das suas redes sociais. O diploma deverá também ter em conta o crescimento dos movimentos nacionalistas na Europa e atenta assim contra a sua presença online.
Os documentos poderão ser aprovados em sede parlamentar, mas não sem enfrentar o argumentário daqueles que vão olhar para esta forma de atuar como um ataque à liberdade de expressão na internet.
Em destaque
-
Multimédia
Frigoríficos com anúncios, chupa-chupas eletrónicos e campainhas invasivas nos piores gadgets da CES 2026 -
App do dia
Superfluent ajuda quem já domina o "bê-a-bá" a falar uma nova língua com mais confiança -
Site do dia
Airloom: Acompanhe voos em tempo real numa experiência 3D imersiva -
How to TEK
Quais são as novidades do Google Maps para ajudar a chegar ao seu destino? Veja estas dicas de personalização
Comentários