O metaverso está em voga. Para lá da visão da Meta, conhecida anteriormente por Facebook, também outras empresas estão a apostar nesta fusão entre mundo físico e virtual. A Decentraland, por exemplo, tem o seu próprio metaverso baseado na tecnologia de Blockchain e está a vender terrenos virtuais e outros itens sob a forma de NFTs. Ainda nesta semana 116 lotes foram comprados por um preço recorde equivalente a 2,4 mil milhões de dólares.

A compra foi feita pela Tokens.com, uma empresa canadiana de investimentos especializada em finanças descentralizadas, através da sua subsidiária Metaverse Group, que pagou 618.000 MANA, o token baseado em Ethereum usado como moeda no metaverso da Decentraland.

De acordo com a empresa, os lotes comprados equivalem a uma dimensão de cerca de 566 metros quadrados e situam-se no “coração do Fashion District” da Decentraland. Os lotes serão usados como palco para eventos de moda e vendas de peças de roupa virtuais, aproveitando aquilo que vê como o “boom” da indústria da moda digital.

De acordo com a Reuters, ainda em junho, um terreno virtual do metaverso da Decentraland foi comprado por mais de 1,2 milhões de MANA, que valiam na altura 913.288 dólares, com os compradores a utilizarem o espaço para construir um centro comercial destinado à venda de roupas virtuais.

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Recorde-se que, ainda neste mês, durante a edição de 2021 do Web Summit, o Jean-Michel Jarre deu a conhecer que também vai ter o seu metaverso. A Niantic também tem o seu próprio conceito e quer dar a todos os developers a possibilidade de criarem as suas próprias aplicações de realidade aumentada para aquilo a que chama o “metaverso da vida real”.

Recentemente, a Unity, que reforçou a sua posição no mercado de entretenimento com a aquisição da Weta Digital de Peter Jackson, revelou que pretende apresentar a sua próxima geração da plataforma criativa RT3D, tendo como objetivo criar o seu próprio metaverso.

Já do lado da Meta de Mark Zuckerberg, a Reality Labs, responsável pelas experiências de realidade virtual, apresentou um protótipo de uma luva háptica, que servirá para explorar sensações de toque nas soluções de metaverso da empresa.

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