Otimiza custos, gera poupanças, contribui para diminuir a pegada ambiental, para ampliar os níveis de eficiência da gestão nas componentes logística, financeira e de RH, e até para aumentar o seu volume de negócios. Estas são algumas das vantagens apontadas à utilização da fatura eletrónica pelas empresas.

A partir do dia 1 de janeiro de 2019, todas as empresas fornecedoras dos vários organismos da Administração Pública em Portugal passarão a estar obrigadas e emitir faturas eletrónicas e, com o tema em mente, a SERES, especialista em transação eletrónica segura de documentos, destaca algumas das vantagens.

Ao reduzir os custos de manipulação do papel, pedidos de pagamento, gestão da tesouraria, o arquivamento dos documentos, etc, a emissão eletrónica de faturas permite alcançar uma poupança estimada em 67%, aponta. Já a receção eletrónica das faturas também faz com que os custos estimados para a sua introdução nos sistemas internos, respetiva validação e conferência, gestão de pagamentos, arquivo, entre outros, diminuam drasticamente, permitindo uma poupança de cerca de 65% nos custos.

Já a emissão de faturas em Portugal, atualmente com um custo por unidade de 4,45€ quando realizada em papel, desce para 1,64€ quando realizada em formato eletrónico. A diferença ainda é mais significativa a nível da receção das faturas, que passa dos 7,22€ em papel, para apenas 2,27€ em formato eletrónico.

Há também poupanças com a passagem de um arquivo físico para um arquivo eletrónico situa-se nos 81% por fatura. Ao mesmo tempo há uma diminuição dos prazos, encurtando-se os ciclos de tramitação, inclusive as cobranças, e uma redução do número de erros humanos inerentes ao registo manual dos dados.

A emissão e receção eletrónica de faturas contribui ainda para a eliminação das tarefas rotineiras, para a redução da pegada ambiental, para aumentar os níveis de segurança, para melhorar a imagem financeira e para melhorar os resultados no geral, apresentando um tempo médio de cobrança mais reduzido e impactos positivos de mais 0,5% a 1% no volume de negócios.

“A realidade tem vindo a demonstrar que a fatura eletrónica contribui para melhorar os negócios nas mais variadas áreas de atividade, permitindo obter poupanças significativas e melhorando os níveis de rentabilidade”, refere a SERES numa nota enviada à imprensa.