Apesar de ter sido um dos smartphones mais antecipados da Apple, o iPhone X não cumpriu as expectativas que a empresa tinha para ele durante a época de Natal. No entanto, o equipamento não foi o único a desiludir a marca, que registou uma quebra na venda de iPhones durante a época de festas.

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No último trimestre de 2017, a Apple vendeu 77,3 milhões de smartphones, ficando a 1 milhão de unidades da marca atingida no mesmo período de 2016. Neste caso, a quebra é de 1,3%.

Note que esta é a primeira vez que a venda de iPhones cai durante o trimestre de Natal.

Apesar dos valores, o iPhone X é o modelo mais vendido do portefólio de equipamentos da marca da maçã.

Mesmo com uma descida no segmento dos telemóveis, a Apple registou um aumento de 13% (face ao período homólogo) nas receitas geradas com este sector. A maior justificação para este fenómeno reside no avolumado preço do iPhone X.

No segmento dos computadores, os resultados quantitativos também não foram animadores. De acordo com a gigante norte-americana, registou-se uma quebra de 5% na venda de equipamentos pertencentes a este sector.

tek iphone x

Contra todas as expectativas, as vendas do iPad continuaram a tendência ascendente que têm protagonizado nos últimos meses. No quatro trimestre de 2017, o segmento registou mais 1% de vendas do que no final de 2016.

Nos serviços, a Apple registou receitas de 8,5 mil milhões de dólares, mais 18% do que no último trimestre do ano anterior.

A jóia da coroa foi, no entanto, o segmento de "outros produtos", que integra as performances comerciais de gadgets como o Apple Watch, os AirPods ou os auscultadores da Beats. Neste campo, as receitas aumentaram cerca de 70%, alcançando agora os 5,5 mil milhões de dólares.

Feitas as contas, o total de receitas relativo ao quarto trimestre de 2017 chegou aos 88,3 mil milhões de dólares. Os lucros subiram 12% em relação a 2016, e fixaram-se nos 20 mil milhões de dólares.

Outro dos dados adiantados pela empresa de Cupertino foi o número de equipamentos Apple ativos de momento: 1,3 mil milhões, entre computadores, telemóveis, wearables e Apple TVs.

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