O sucesso meteórico de Fortnite tornou a sua editora, a Epic Games, até então conhecida sobretudo pelo motor Unreal, um player agressivo na indústria dos videojogos. A abertura da Epic Store, que passou a vender diversos jogos de terceiros, prometeu guerra aberta ao Steam, tendo ao longo dos últimos meses arrebatando, de forma exclusiva, diversos lançamentos de renome de PC.

A empresa de Tim Sweeney faz agora um dos seus movimentos estratégicos mais agressivos, adquirindo o estúdio indie Psyonix, responsável pelo muito bem-recebido Rocket League. O negócio, cujos valores não foram divulgados, trará para a Epic Store o jogo, mas apenas no final de 2019.

A preocupação dos fãs prende-se com a permanência ou não do jogo na plataforma rival Steam, mas a Epic Games já esclareceu que embora ainda não tenha decidido se o vai retirar futuramente, assegurou que o jogo continuará a ser suportado na loja, tanto agora, como no futuro.

Quem parece animado com o negócio é o próprio estúdio, que apesar de estar saudável pelas receitas que continuam a entrar das excelentes vendas de Rocket League, refere que a parceria vai permitir expandir o jogo de uma forma que não conseguiria enquanto independente. O jogo poderá agora chegar a uma nova dimensão nos eSports graças à máquina oleada da Epic, indo à boleia de Fortnite.

Este negócio é fruto de um “namoro” antigo entre as duas empresas, visto que a Psyonix é parceira antiga da Epic Games, tendo mesmo ajudado a empresa no auge de Unreal Tournament, estando envolvido não só em UT 2004, com Gears of War. A curta distância física entre as empresas também deu um empurrão, visto que o pequeno estúdio se situa em Raleigh, perto de Cary, na Carolina do Norte, onde está a Epic Games.

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