Depois dos anúncios de janeiro e novembro de 2016, sobre o despedimento de 100 pessoas e de 200 pessoas, respetivamente, a GoPro avança agora com a decisão de cortar mais 270 postos de trabalho. 

A braços com vendas em declínio, a GoPro colocou em marcha um plano de reestruturação no ano passado assente nestas centenas de despedimentos e no encerramento da sua divisão de entretenimento, como forma de contrariar as perdas e conter despesas.

Os resultados do quarto trimestre do ano passado mostraram receitas da ordem dos 540 milhões de dólares. O valor representava um aumento de 100 milhões face ao mesmo período de 2015, mas mesmo assim ficou aquém das estimativas dos analistas de mercado, que projetavam receitas de 575 milhões de dólares.

“Estamos determinados a fazer corresponder o desempenho financeiro da GoPro à força dos nossos produtos e da nossa marca”, afirma o CEO Nick Woodman no comunicado que divulga os despedimentos. "O mais importante, as reduções de despesa preservam nosso roadmap de produtos e permitem-nos perseguir uma rentabilidade não-GAAP em 2017”.

Já é sabido que um dos lançamentos deste ano será a nova câmara desportiva Hero.

 

 

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