Dados ontem publicados pela Comissão Europeia revelam que em Portugal 78,4 por cento dos acessos Internet de banda larga estão ainda nas mãos do operador incumbente, contra uma média europeia de 56,99 por cento.



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A Grécia, a Holanda, a Áustria e a Suécia são os países onde o peso do incumbente é menor, face à posição dos novos operadores. Na Suécia 55 por cento do mercado de banda larga é já controlado por operadores alternativos, na Áustria essa percentagem é de 66 por cento, na Holanda 60 por cento e na Grécia 62 por cento.



No que respeita a Portugal, e no total de acessos em banda larga, as linhas DSL representam 39,94 por cento do mercado, enquanto outras tecnologias - com destaque para o cabo - representam os restantes acessos. As tecnologias alternativas ao cabo ou cobre têm uma relevância tão reduzida no mercado nacional que não aparecem sequer referidas nos dados europeus.



Em termos médios, os acessos DSL têm um peso mais significativo na Europa representando 74,66 por cento dos acessos, controladas em 73 por cento dos casos pelo operador incumbente.



A taxa de penetração de banda larga em Portugal, segundo os dados da Comissão, é de 4,9 por cento, estando próxima da média europeia que não vai além dos 6,1 por cento.



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