A Sonaecom fechou os primeiros nove meses do ano com resultados líquidos de 57,1 milhões de euros, numa melhoria de 91,2 por cento face ao mesmo periodo do ano passado. Em comunicado a empresa explica que contribuíram para os resultados a melhoria do EBITDA, que cresceu 10 por cento para os 164 milhões de euros, assim como os "fortes ganhos de eficiência, com os custos operacionais a reduzirem 8,7 por cento", detalha a nota de imprensa.Só na Optimus os custos operacionais foram reduzidos em 7,2 por cento.

No mesmo período o volume de negócios fixou-se nos 650,3 milhões de euros, numa queda de 4,9 por cento, mesmo com as receitas de clientes móveis e de serviços SSI a aumentarem no período, explica a operadora.

O impacto negativo da redução das tarifas de terminação e as quebras nas vendas de equipamentos, resultantes nomeadamente do fim do e-iniciativas (que incluía o e-escola) acabaram por ter um efeito mais relevante nas receitas.

No final de setembro a operadora contava com 3,64 milhões de clientes na Optimus, mais 2,8 por cento que no período homólogo, que geravam uma receita média mensal de 13 euros, sensivelmente o mesmo que há um ano atrás.

As receitas da operadora fixaram-se nos 430,2 milhões de euros, numa quebra de 5,1 por cento, 32,4 por cento vieram das comunicações de dados. Os lucros aumentaram 1045 por cento para os 59,1 milhões de euros.

O terceiro trimestre de 2011, que fecha o período de resultados em análise foi também aquele em que a empresa nortenha conseguiu atingir o breakeven operacional do negócio fixo.

Neste segmento a Optimus ganhou clientes empresariais e perdeu clientes residenciais. O saldo em termos de resultados foi de 163,4 milhões de euros, numa queda de mais de 9 por cento do volume de negócios.

Escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico

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