
Se 2012 foi o ano em que os downloads de música em formato digital ultrapassaram os números do mercado físico, em 2016 as receitas acompanharam a tendência, mas o streaming ganhava forma em plataformas como o Spotify, a Pandora ou o Apple Music. Em 2018, a moda deixou de ser apenas uma moda e passou a fazer parte de um estilo de vida mais conectado, que garante o acesso a milhões de conteúdos em cloud. Com a ascensão desta tecnologia, os downloads pereceram e de tal forma que, hoje, os vinis e os CDs já ultrapassam este formato em termos de vendas. Os registos pertencem à Recording Industry Association of America (RIAA).
O mais notável do último relatório da indústria musical norte-americana é que esta ultrapassagem se dá após uma queda de 4% nas vendas de formatos físicos. Em comparação, as receitas geradas com downloads caíram 25%, para os 1,3 mil milhões de dólares em 2017, o que coloca os CDs e os vinis no topo dos formatos alheios ao streaming.
O streaming continua a dominar o panorama de consumo musical, sendo agora responsável por dois terços do mercado.
Apesar da tendência ser claramente digital, a RIAA sublinha que o vinil é "um ponto brilhante entre os restantes formatos físicos", depois de as receitas geradas por este segmento terem crescido 10% em 2017, para os 395 milhões de dólares. Ao todo, o mercado físico foi responsável por 17% de todas as receitas geradas pela indústria musical norte-americana em 2017, ao passo que os downloads digitais deram origem a 15% desse mesmo bolo.
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