O centro de convergência e supervisão vai funcionar todos os dias do ano, 24 horas por dia, e integra mais de 100 profissionais, dos 2.729 colaboradores que o grupo resultante da fusão Zon/Optimus integra.

"Representa um marco importante na integração das duas empresas que formam a NOS" e um elemento central no processo de convergência e integração das redes, referiu Miguel Almeida, CEO da operadora de telecomunicações.

O investimento de mil milhões em que o novo centro se insere, e que o grupo já tinha revelado, está focado sobretudo no alargamento da cobertura das redes da operadora e na investigação e desenvolvimento de novos serviços.

O investimento relativo apenas ao centro está avaliado em 4,5 milhões de euros e vai criar uma estrutura que centraliza as operações de suporte do grupo. Miguel Almeida admite que as eficiências geradas pela nova estrutura terão um impacto positivo nos custos de manutenção e operação da rede, mas não quantifica.

A rede de fibra ótica da NOS é um dos principais ativos do grupo, com 520 mil quilómetros. Junta-se a uma rede de cabo com 29 mil quilómetros e 7.000 estações base de rede móvel.

O ministro da Economia, António Pires de Lima, esteve na inauguração do centro de convergência e destacou o facto de as telecomunicações terem um peso de 4% no Produto Interno Bruto (PIB) de Portugal, dados de 2010.

Outro indicador apontado pelo ministro, para o mesmo ano, foi o facto de as telecomunicações terem absorvido 4,2% do investimento feito no país nesses 12 meses. Pires de Lima sublinhou com estes dados a importância do sector para a economia e para as condições de atratividade do país, enquanto destino de investimento estrangeiro.

(Em atualização)

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