
A informação hoje divulgada é referente aos níveis de preços de bens de consumo na União Europeia, e mostra que existe uma grande discrepância entre os 28 Estados-membros, apesar do mercado úncio que se quer impor na região.
Em Portugal os preços dos equipamentos eletrónicos para o grande público, entre os quais se incluem os televisores, computadores ou leitores de DVD, são os segundos mais caros na Europa, a par de Chipre, sendo mesmo assim ultrapassado pela Dinamarca e França, que apresentaram os preços mais altos.
Já no que diz respeito a meios de transporte pessoais, como os automóveis, motociclos ou bicicletas, Portugal ficou em terceiro lugar da lista dos 28, a par da Finlândia e da Irlanda, com a Dinamarca e a Holanda a liderarem a tabela dos mais caros.
Segundo o Eurostat, em 2017 os níveis de preços dos serviços e bens de consumo apresentaram grande disparidade na UE, com a Dinamarca no topo da tabela (142% da média da UE), seguindo-se o Luxemburgo (127%), a Irlanda e a Suécia (125% cada).
No outro extremo, com os níveis de preços mais baixos, ficaram a Bulgária (48%), a Roménia (52%) e a Polónia (56%).
Em Portugal, os preços mantiveram um nível de 85,1% da média da UE.
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