Os escritórios da Apple em França foram alvo de uma rusga por parte do regulador francês da concorrência, no sentido de apurar se a tecnológica está a usar práticas anticoncorrenciais que beneficiem as Apple Store e prejudiquem os restantes retalhistas que vendem os produtos da marca da maçã.

Alguns elementos da rede de distribuição da Apple em França também foram alvos da rusga, numa operação que terá durado 24 horas. A notícia é avançada pelo jornal económico Les Echos, que diz ter recebido confirmação da autoridade da concorrência de França sobre a rusga. A entidade escusou-se a prestar mais esclarecimentos sobre a operação.

A publicação francesa fala em documentos que foram arrestados para revisão por parte do regulador.

Em causa está a relação "privilegiada" que a Apple tem com as suas próprias lojas. Algumas empresas de retalho parceiras acusam a tecnológica norte-americana de não garantir os produtos mais recentes ao mesmo tempo que garante nas lojas próprias.

A investigação, alegadamente, também está a apurar as restrições que a Apple coloca às lojas sobre o corte de preços e promoções nos produtos com Mac OS e iOS.

A eBizcuss, uma cadeia de retalho que tinha 15 lojas em todo o país e fazia parte do grupo Apple Premium Reseller, entrou em falência e terá sido uma das empresas a apresentar queixa contra as práticas da tecnológica liderada por Tim Cook.

A autoridade da concorrência de França terá ainda procurado provas de que a marca da maçã pode ter manipulado os preços mínimos de algumas publicações na iBookstore.


Escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico

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