O Prémio Empreendedorismo Inovador na Diáspora Portuguesa promovido pela Cotec Portugal recebeu este ano um número recorde de candidaturas: 176 empresas e empreendedores vão ser avaliados por um júri. A maior parte dos projetos está ligado ao sector empresarial e financeiro, sendo que o segundo segmento mais representado é o das indústrias criativas.
A concurso existem ainda projetos na área das tecnologias da informação e comunicação, transportes, restauração e turismo, e ensino e investigação.
Os mais de 170 participantes têm projetos sediados em 37 países: França representa a maior percentagem de concorrentes, com 21%, seguido dos EUA com 16% e do Brasil com 10%.
«Há sete edições que pretendemos celebrar o trabalho desenvolvido pelos portugueses na diáspora. Para além do reconhecimento pelas carreiras que têm sido desenvolvidas, pretendemos também reforçar os laços desta comunidade com Portugal, proporcionando contactos e sinergias que possam ser úteis para todos os portugueses, independentemente do local onde vivem», comenta em comunicado Joaquim Sérvulo Rodrigues, que vai presidir o júri da distinção da Cotec.
O prémio da Cotec faz parte de uma iniciativa mais abrangente - na qual também participa a Fundação Calouste Gulbenkian com o Ideias de Origem Portuguesa - o FAZ, uma iniciativa para aproximar os projetos portugueses no estrangeiro do país origem dos empreendedores.
Escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico
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