Os despedimentos podem começar a concretizar-se já este mês, segundo a Business Insider que adianta a notícia citando uma fonte não identificada. A confirmar-se a informação, os despedimentos podem afetar mais de um milhar de colaboradores. No último ano a força de trabalho da Yahoo já tinha sido reduzida em 14%.
Todas as áreas da empresa serão visadas pela medida mas algumas divisões sentirão mais as medidas de contenção, como a área de media, o grupo de plataformas tecnológicas e as operações europeias de um modo geral.
Os últimos anos têm sido duros para a Yahoo que já geriu um dos maiores portais de Internet do mundo. A concorrência de empresas como a Google foi diminuindo a relevância da companhia nesta área e o negócio da publicidade, que foi compensando o declínio das áreas de negócio mais tradicionais também não tem crescido o suficiente para suportar uma nova estratégia.
Marissa Mayer, CEO da multinacional norte-americana, tem conduzido uma estratégia mais centrada nas aplicações móveis e na recuperação dos serviços core da empresa, como o email ou as pesquisas. Os resultados não têm aparecido e nas últimas semanas várias notícias têm dado conta de que estão a caminho novas medidas de reestruturação. Tem-se falado, por exemplo, numa possível venda do negócio de Internet.
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