Não é a primeira vez que os operadores de comunicações contestam o calendário de arranque do 5G, que está a ser atrasado pela libertação do espectro da TDT, questionando as decisões da Anacom que admitem por em causa a possibilidade de Portugal se manter na linha da frente do lançamento de novos serviços móveis.
Depois da Anacom ter divulgado ontem o calendário de atribuição de licenças, marcado para abril de 2020 com um leilão, a Apritel, associação de operadores de telecomunicações, reagiu hoje, em comunicado, afirmando que "receia que Portugal se atrase no lançamento do 5G".
O projeto de decisão da Anacom para a atribuição de licenças está agora em consulta pública, que termina em novembro, mas o objetivo é que o início do leilão decorra em abril de 2020, encerrando o processo em junho. a conclusão dos procedimentos de atribuição de DUF (direitos de utilização de frequência) será entre junho e agosto.
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