Embora a lei de bases da concessão dos correios tenha sido revista por causa do processo de privatização, de modo a garantir a continuidade do serviço postal universal e reforçar os poderes de fiscalização da Anacom, não inclui qualquer premissa que obrigue os novos donos a criarem espaços do cidadão nos seus postos de correios.
O gabinete do Secretário de Estado da Modernização Administrativa garante que mantém a intenção de avançar com a ideia, mas admite que não existe uma obrigação nesse sentido, avança a TSF.
Há no entanto espaço para que seja estabelecido um acordo que permita rentabilizar a rede do serviço universal, algo que a lei de bases da concessão prevê, refere o gabinete de Cardoso da Costa.
O diploma determina que "os CTT podem exercer outras atividades lucrativas, incluindo a prestação de serviços de interesse público, mediante condições a acordar com o Estado".
A iniciativa que prevê a criação de postos públicos digitais - e consequentemente a abertura dos mesmos nos postos dos CTT - está incluída num projeto de decreto-lei que o Governo queria ver aprovado até ao final do ano.
O mesmo limite de tempo estava definido para a entrada em funcionamento de um projeto piloto com os CTT que serviria para testar o conceito
Escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico
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