
Está cumprido mais um dia do Leilão para atribuição das licenças de 5G, que ontem ultrapassou os 6 meses de duração, só na fase principal, que começou a 14 de janeiro. A Anacom demorou mais a publicar o relatório diário mas há poucas mudanças a registar.
Tiveram lugar 12 rodas, o novo número diário deste a mudança das regras a 5 de julho, mas só os lotes a partir do J, para a faixa do espectro dos 3,6 GHz, geraram interesse dos operadores. Mais uma vez o incremento de preço foi pelos valores mínimos, de 1 e 2%, e centraram-se em 11 lotes diferentes, o J1, J2, J8, J10, J11, J15, J22, J24, J26, J27 e J28.
O valor de encaixe potencial aumentou 661 mil euros, ultrapassando agora os 418 milhões de euros na soma da fase principal, que ainda decorre, e da fase dos novos entrantes que terminou a 11 de janeiro. São 137,8 milhões acima do que tinha sido estimado para valores dos vários lotes pela Anacom.
Estão em causa as atribuições de direitos de utilização das frequências nas faixas dos 700 MHz, 900 MHz, 2,1 GHz, 2,6 GHz e 3,6 GHz, que vão permitir aos operadores lançarem serviços comerciais de 5G e reforçarem faixas do 4G.
Com a demora no procedimento, que já leva seis meses de rondas diárias, Portugal arrisca-se a ser o último país da União Europeia a lançar serviços.
Nota da Redação: A notícia foi atualizada com mais informação. Última atualização 20h00
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