A galáxia NGC 3783 tem no seu centro um buraco negro gigantesco. Através de dois telescópios espaciais de raios X, astrónomos conseguiram detetar uma explosão que, numa questão de horas, gerou ventos ultra-rápidos e poderosos, num fenómeno semelhante às erupções solares.
Numa galáxia distante, a 300 milhões de anos luz da Terra, um buraco negro massivo que parecia adormecido voltou à vida e começou a emitir flashes de luz de raios X. Os telescópios da Agência Espacial Europeia e da NASA foram colocados em campo para investigar o fenómeno raro.
As descobertas feitas pelo telescópio XRISM são consideradas fundamentais para entender como os buracos negros crescem e como as estrelas massivas vivem e morrem.
O vídeo tem uma visualização imersiva que foi produzida por um supercomputador da NASA e permite uma experiência de mergulhar num buraco negro supermassivo no ponto de não retorno. A experiência é única e ilustra a teoria da relatividade de Einstein.
Os buracos negros estelares formam-se a partir do colapso de estrelas de grande massa e os anteriormente identificados na Via Láctea são, em média, cerca de 10 vezes mais massivos que o Sol. Este é mais do triplo e está extremamente perto da Terra.
Estava escondido mas à vista de todos. Só com a ajuda do Very Large Telescope (VLT) do Observatório Europeu do Sul (ESO) é que os astrónomos conseguiram medir o brilho deste quasar que dizem ser o objeto mais luminoso alguma vez observado.
Está desvendado um novo mistério cósmico que aponta para a ligação direta entre as mortes explosivas de estrelas de grande massa e a formação dos objetos mais enigmáticos do Universo: buracos negros e estrelas de neutrões.
Um buraco negro supermassivo numa galáxia remota “devorou” uma estrela, expelindo os restos da “refeição” sob a forma de um jato. Este é um tipo de evento extremo raro e além de ser o mais distante já conhecido, foi pela primeira vez descoberto “no visível”.
Astrónomos detetaram uma bolha de gás quente em torno de Sagitário A*, o buraco negro no centro da Via Láctea. A descoberta é importante para compreender melhor este fenómeno galáctico.
Astrónomos, incluindo o português Hugo Messias, obtiveram a primeira imagem do buraco negro supermaciço no centro da Via Láctea, conhecido como Sagitário A* (Sgr A*), que no céu tem tamanho comparável a um donut na Lua, foi hoje divulgado.
A sonda da NASA conseguiu identificar um fenómeno inesperado a cerca de 30.000 anos luz de distância na constelação de Columba. A descoberta é a primeira deteção de uma erupção de raios X de um buraco negro no espaço interplanetário.
Uma equipa de investigadores da Universidade de Aveiro e do Instituto Superior Técnico contrariam o que foi publicitado, referindo que não é suficiente para confirmar a famosa teoria.
Depois da revelação da primeira fotografia do buraco negro, os internautas não perderam tempo. Os habituais memes invadiram o Twitter, Facebook e Instagram e nem referências ao Brexit faltaram.
A imagem acaba de ser apresentada e resulta de uma colaboração global de um grupo de cientistas que procuram descobrir os mistérios dos buracos negros. A foto mostra o que parece um anel de fogo e desvenda alguns dos segredos destes fenómenos.
O anúncio é um dos mais antecipados pela comunidade científica e pode resolver um dos mistérios da física com a primeira fotografia de um buraco negro.