No topo das oito recomendações dirigidas à indústria está a cooperação entre si e com empresas do sector elétrico, de forma a potenciar a troca de informação entre as diversas entidades e melhorar mecanismos de resposta no caso de existir um corte de energia elétrica.
Outras recomendações da agência apontam para a necessidade das empresas definirem estratégias claras de resposta, identificando serviços prioritários e fazendo análises custo benefício que permitam identificar níveis mínimos de resiliência, entre outros.
Esta análise da ENISA surge na sequência das conclusões obtidas no relatório anual da agência europeia de cibercrime sobre incidentes de segurança. Aí concluiu-se que as falhas de energia são uma das causas mais relevantes para as falhas graves de rede e serviços.
O estudo da ENISA está disponível para consulta no site da agência europeia de cibersegurança.
Escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico
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