Os censos são uma das formas mais antigas de analisar e detalhar uma população. Em vigor em Inglaterra e no País de Gales desde 1801, este modelo pode agora ser substituído por um método mais imediato e digital baseado nas informações pessoais que cada cidadão grava no seu telefone.
Atualmente, os documentos físicos são entregues em casa de cada um dos habitantes, com o Office of National Statistics (ONS) a tratar a informação após um período de preenchimento. No entanto, como parte de um teste que poderá vir a servir de base de lançamento à implementação de um novo sistema, o órgão começou a recolher parte destas informações (habitação e trabalho) através da monitorização dos smartphones de alguns cidadãos.
O objetivo passa por recolher os dados dos censos através de vias alternativas já em 2021.
Este teste está a ser conduzido em parceria com a Vodafone UK e a ONS adianta que todos os dados recolhidos electronicamente estão a ser recolhidos de forma anónima, ou seja, não se sabe a identidade dos clientes envolvidos neste programa.
Apesar de ainda não serem infalíveis, os dados armazenados nos smartphones podem ser bastante fiáveis no que toca a identificar a habitação e o trabalho dos seus utilizadores. O departamento explica que, para isso, foram levados em conta factores como a localização do utilizador, e os horários em que os telemóveis ativaram os dados móveis da Vodafone.
Em 2021 os censos ainda vão ser processados em papel, como adianta a ONS, mas o objetivo é fazer com que estes deixem de ser necessários a partir da iniciativa seguinte.
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