A linha mais jovem da Samsung acaba de ser atualizada com dois novos modelos, que se desdobram em várias versões, entre as quais uma com suporte para o 5G que vem trazer novas capacidades de acesso a conteúdos de forma mais rápida mas que ainda não está disponível em Portugal

A Samsung diz que esta é a sua linha mais acessível, mas os preços partem dos 380 euros para a versão com menos armazenamento do A52 (com 128 GB) e chegam aos 540 na versão mais artilhada do A72, com 256 GB. Pelo meio está o A52 5G, cujo preço começa nos 460 euros para a versão de 128 GB e é de 509 euros para a de 256 GB. Tal como aconteceu nos Galaxy S21, a Samsung está a reduzir as diferenças de preços para quem quer ter mais espaço de memória e por mais 50 euros vale sempre a pena optar pelo modelo com mais GB.

Todos os smartphones ficam já hoje disponíveis para venda e as expectativas são elevadas, até porque esta é a gama que se tem destacado nos números de unidades vendidas da marca.

Sem inventar muito, a nova linha Galaxy A tem como pontos chave a capacidade de fotografia, um ecrã com cores vividas e que no A72 tem uma taxa de refrescamento até 120 MHz, e a capacidade e bateria. Estes são os pontos chave para quem procura um smartphone e não há que enganar na mistura dos ingredientes.

Os novos smartphones partilham algumas características como traços "de família", mas diferenciam-se em elementos importantes como a dimensão e qualidade das câmaras, e também na capacidade de bateria. O Galaxy A52 tem um ecrã AMOLED de 6,5 polegadas enquanto o Galaxy A72 tem 6,7 polegadas.

Só o modelo Galaxy A52 5G tem uma taxa de refrescamento do ecrã de 120 MHz, que dá mais suavidade a apresentar os conteúdos e tira mais partido do potencial de vídeo e jogos, enquanto os outros se ficam ainda pelos 90 MHz.

Nas câmaras todos têm sistemas de quatro câmaras com um sensor principal de 64 MP mas o Galaxy A72 é o mais avançado, com uma telefoto de 8 MP e zoom óptico de 3X e digital de 30X.

Ao contrário do que acontece com a linha Galaxy S21, a Samsung decidiu nestes modelos manter ainda o carregador USB e os auscultadores com fios dentro da caixa. Woncheol Chai, responsável da equipa de planeamento da área de mobile, explicou num evento de apresentação reservado a um número limitado de jornalistas que essa opção de deve ao facto de este poder ser o primeiro smartphone Samsung para muitos clientes que podem não ter à mão os acessórios essenciais, como o carregador. Mas sublinhou que a estratégia da empresa é fazer a transição gradual para retirar os carregadores e auscultadores de todas as caixas, uma tendência que começou com a Apple e que está a ser seguida por várias fabricantes.

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