Na semana passada o mundo pode assistir – uns melhor do que outros, é verdade – ao eclipse lunar parcial mais longo dos últimos 580 anos. O fenómeno, que só volta a acontecer em 2669, começou pelas seis horas da manhã de Portugal continental e estendeu-se até depois das 12 horas.

Foi “demorado” por causa da velocidade orbital da Lua e por ser quase total, explicou a NASA na altura. No total, levou três horas, 28 minutos e 23 segundos, apenas comparável a um registo de 18 de fevereiro de 1440, que durou três horas, 28 minutos e 46 segundos.

O evento foi acompanhado, em direto, pelo Observatório de Griffith, que disponibilizou as imagens logo que a transmissão terminou. Prevendo que nem toda a gente terá tempo para ver quase três horas e meia de vídeo, o observatório tem agora uma versão time lapse que condensa tudo num minuto.

O eclipse de 19 de novembro passado pode ser observado na Europa Ocidental, mas foi no continente americano, Ásia, Austrália e nos Oceanos Atlântico e Pacífico que teve visibilidade por mais tempo. Apesar do eclipse ser considerado parcial, a Terra tapou praticamente a totalidade da Lua, que ficou com 97% de sombra.

Veja algumas das fotos partilhadas

Prevê-se que só no dia 8 de fevereiro de 2669 seja batido o recorde de duração, com um eclipse que deverá prolongar-se por três horas, 30 minutos e dois segundos, antecipa a NASA. Pelo meio, haverá outros eclipses lunares parciais considerados longos, um deles no dia 8 de novembro do próximo ano.

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