Apesar da visibildade total ter estado limitada a apenas algumas regiões, vários entusiastas da observação astronómica conseguiram captar o eclipse com “Lua de Sangue” em todo o seu esplendor.
A CDG-2 está localizada no enxame de galáxias de Perseu, a cerca de 300 milhões de anos-luz. Quase sem estrelas, praticamente não se vê, mas a sua descoberta mostra que podem existir muitas outras galáxias extremamente escuras à espera de serem encontradas.
Durante meses, pairou sobre o deserto do Atacama, no Chile, a hipótese de uma mudança irreversível, que poria em risco uma das mais valiosas “janelas noturnas” do planeta para observar o Universo.
Entre superluas e chuvas de estrelas, o calendário de astronómico de 2026 conta também com “desfiles” planetários e é já no dia 28 de fevereiro que Júpiter, Urano, Saturno, Neptuno, Vénus e Mercúrio se vão alinhar no céu noturno.
O desafio está lançado e as inscrições estão abertas para quem quiser participar nas Olimpíadas de Astronomia, uma iniciativa da Sociedade Portuguesa de Astronomia.
Identificar objetos astronómicos raros é quase como encontrar uma agulha cósmica num palheiro do tamanho do Universo. Mas uma nova ferramenta com inteligência artificial está a ajudar os investigadores.
Tal como uma avalanche começa com o movimento de uma pequena quantidade de neve, uma erupção solar é desencadeada por disrupções inicialmente fracas, mas rapidamente se tornam mais violentas, revela uma nova descoberta feita através das observações da Solar Orbiter.
Com a construção concluída, o telescópio Nancy Grace Roman avança para os testes finais antes de ser transportado para o Kennedy Space Center da NASA. Se tudo correr como planeado, o telescópio seguirá rumo ao Espaço no outono deste ano.
Os astrónomos realçam que a descoberta, feita através do Very Large Telescope do Observatório Europeu do Sul, desafia a compreensão de como as estrelas já mortas interagem com o meio que as rodeia.
Instalado no Chile o observatório Vera C. Rubin tem como missão captar milhares de imagens do céu para criar o maior time-lapse do Universo. Um novo estudo baseado nas suas primeiras observações revela mais pormenores sobre um recordista cósmico.
A primeira superlua do novo ano foi captada por fotógrafos um pouco por todo o mundo e as fotografias são impressionantes. A próxima superlua só chegará no dia 24 de novembro e a última, a 23 de dezembro, promete ser a mais impressionante.
Em 2026 há vários bons motivos para observar o céu noturno, entre superluas, chuvas de estrelas e "desfiles" planetários, com especial destaque para um eclipse solar total que poderá ser visto numa pequena parte de Portugal.
A 25 de dezembro de 2021, o James Webb partia finalmente para o Espaço. Desde então, as descobertas feitas e imagens "colecionadas" pelo sucessor do Hubble continuam a fascinar, ajudando a desvendar os segredos mais profundos do Universo.
No dia 19 de dezembro, o 3I/ATLAS, que está agora a navegar rumo ao Espaço interestelar, vai passar a cerca de 273 milhões de quilómetros do nosso planeta. Não será possível observar o cometa a olho nu, mas há maneira de o acompanhar online: veja como.
No dia 19 de dezembro, o misterioso "visitante" interestelar vai passar a cerca de 273 milhões de quilómetros do nosso planeta, o equivalente a mais de 700 vezes a distância entre a Terra e a Lua.
A galáxia NGC 3783 tem no seu centro um buraco negro gigantesco. Através de dois telescópios espaciais de raios X, astrónomos conseguiram detetar uma explosão que, numa questão de horas, gerou ventos ultra-rápidos e poderosos, num fenómeno semelhante às erupções solares.
Dezembro promete ser um mês “em cheio” para os entusiastas da observação astronómica. Além da última superlua do ano, há também uma chuva de estrelas e ainda a possibilidade de observar a passagem do cometa 3I/ATLAS se tiver um telescópio por perto.
Depois de dar destaque a algumas das visões mais “fantasmagóricas” do cosmos em outubro, o projeto Astronomy Picture of the Day (APOD) reune as paisagens espaciais que marcaram o mês de novembro com destaque para nebulosas, auroras boreais, cometas e uma superlua.
Erupções massivas e tempestades geomagnéticas fazem parte dos eventos registados pelos instrumentos da NASA no mês de novembro, com impacto direto na Terra em perturbações das comunicações e auroras boreais.
A ExoMars Trace Gas Orbiter da ESA já tinha captado imagens do “visitante” interestelar e, agora, os dados recolhidos pela missão em Marte permitiram aos cientistas aumentar a precisão das suas previsões relativamente à trajetória do cometa, ajudando a mapear o seu percurso pelo Sistema Solar.
Depois de uma madrugada marcada por chuva intensa e trovoadas em Portugal continental, as previsões do tempo continuam a não ser as mais animadoras. Mas, se os céus “ajudarem”, poderá observar hoje uma superlua, descrita como a mais brilhante e próxima de 2025.
Em mês de Halloween, o projeto Astronomy Picture of the Day (APOD) da NASA deu destaque a algumas das visões mais “fantasmagóricas” do cosmos, mas também a novos registos de cometas que deram espetáculo no céu noturno em outubro.
Captadas pelo VLT Survey Telescope do Observatório Europeu do Sul e pelo telescópio espacial James Webb, novas imagens mostram duas visões de “criaturas” cósmicas horripilantes, mesmo a tempo do Halloween.
Além dos cometas C/2025 R2 SWAN e C/2025 A6 (Lemmon), que fazem passagens perto do nosso planeta nos dias 20 e 21 de outubro, a chuva de estrelas das Oriónidas atinge o seu pico esta semana, numa oportunidade a não perder para os apreciadores de observações astronómicas.