Em bom rigor o voo de teste do foguetão Falcon 9 já devia ter acontecido ontem, 8 de fevereiro, mas uma falha nos sistemas de localização ditaram o adiamento. Hoje, quando forem 23 horas em Portugal Continental, a SpaceX volta a enviar o foguetão numa missão para depois tentar de novo o "impossível": pousar o rocket numa plataforma no meio do mar.

O projeto faz parte de um novo sistema de reaproveitamento de foguetões que a SpaceX quer aplicar nos seus serviços de transporte aeroespacial. Ao reaproveitar os rockets a empresa espera conseguir diminuir de forma significativa os custos das missões espaciais.

Logo, quando levantar voo e se os planos não forem alterados, o Falcon 9 vai levar consigo um satélite meteorológico da Agência Espacial Norte-Americana (NASA na sigla em inglês). Mas essa acaba por não ser a parte da história com mais destaque.

O teste ganha ainda mais interesse pois da última vez que a SpaceX tentou testar o seu sistema de recuperação, o foguetão acabou por despenhar-se e explodir. Na altura o diretor executivo da empresa, Elon Musk, considerou que nem tudo foi negativo na experiência, mas as imagens falam por si.

O acidente aconteceu já na plataforma flutuante que serve como base de pouso. Apesar de o rocket ter sido "perdido", a base acabou por sofrer danos menores não prejudicando o desenvolvimento do sistema de recuperação.

Além de ter propulsores que ajudam a redirecionar a entrada no planeta Terra, os foguetões estão ainda equipados com pequenas "asas" que ajudam a estabelecer o equilíbrio necessário para pousar numa plataforma flutuante.


Escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico

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