Os laboratórios colaborativos (CoLAB) pretendem resolver problemas complexos, de grande escala e de relevância internacional, criando emprego qualificado e emprego científico. Para isso, apostam na implementação de agendas de investigação e de inovação, com o intuito de estimular a incorporação de tecnologia e inovação nos processos produtivos das empresas.

Na apresentação de cinco novos CoLAB, Manuel Heitor explicou que a estratégia “tem garantido um investimento público de mais de 70 milhões de euros para os próximos três anos e de 100 milhões de euros para os próximos cinco anos”. Dos mais de 70 milhões de euros, 57 milhões são direcionados para a contratação de mais de 600 recursos humanos até 2021, com licenciados, mestres e doutorados.

O Ministro acrescentou, ainda, que os contratos assinados responsabilizam os laboratórios colaborativos a “triplicar o financiamento público e criar três vezes mais postos de trabalho indiretos” em cinco anos.

O antigo universo de 21 CoLAB passa agora a integrar 26, sendo os novos cinco laboratórios CSESI Hub CoLAB, VG CoLAB, CoLAB InovFeed, BUILT CoLAB e FOODLAB CoLAB.

Até agosto de 2018 existiam em Portugal seis laboratórios colaborativos, sendo nesse mês aprovadas novas 14 candidaturas. Na altura, o investimento de financiamento público rondou os 50 milhões de euros.

O título de “Laboratório Colaborativo” é atribuído pela Fundação para a Ciência e Tecnologia, com uma validade de cinco anos. Cabe à Agência Nacional de Inovação acompanhar a implementação da agenda de investigação e inovação dos CoLAB e promover o desenvolvimento das respetivas atividades.

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