Depois do YouTube anunciar a introdução de um filtro anti-pitrataria no seu site, várias empresas de media como a CBS e a Fox juntaram-se à Microsoft e outras companhias para iniciarem uma medida semelhante.



De acordo com o Wall Street Journal, a parceria entre as empresas tem como objectivo proteger os direitos das obras produzidas por estas companhias que são difundidas online.



Entre os termos a acordar está incluída a implementação generalizada de uma tecnologia que elimine automaticamente os conteúdos que infrinjam os copyrights de obras protegidas antes de estes serem publicados online. Desta forma, quando um utilizador tentar fazer o upload de uma cópia ilegal, o site onde o pretende fazer bloqueia o conteúdo.



Tal como já foi referido, no início desta semana o Google introduziu no YouTube o Video Identification, um sistema apoiado em várias tecnologias que permitem detectar, através de uma avaliação interna aos vídeos, se os conteúdos são originais ou cópias.



O Google assegurou que o sistema permite que os titulares dos direitos de autor possam escolher o que querem fazer com os vídeos identificados: "bloquear, promover ou até - caso o dono dos copyrights esteja disposto a associar-se" à empresa - "ficar a lucrar".



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