A experiência decorre no Japão e tinha como principal objetivo perceber se as condições esterilizadas e altamente controladas das salas usadas para produzir chips para telemóveis e outros produtos eletrónicos reuniam de facto as condições necessárias para criar um produto com qualidade.


As análises à primeira "colheita" demonstram que sim e a empresa já está a vender alfaces que apresentam um teor de potássio muito abaixo daquele que pode ser encontrado quando o mesmo produto é cultivado ao ar livre, por exemplo.


De acordo com a imprensa internacional, o preço que terá de pagar quem estiver interessado em provar uma destas alfaces é de 4,90 dólares por cada 90 gramas.


As instalações que a Fujitsu converteu em centro de produção de vegetais com baixo teor de potássio localizam-se em Fukushima e têm cerca de 2.000 metros quadrados. A empresa garante que são as maiores do género.


O projeto é também uma forma de testar o funcionamento de um sistema de monitorização baseado na cloud, a partir do qual é possível identificar quando devem as plantas ser regadas ou colhidas, ou como definir níveis ótimos de humidade ou temperatura, por exemplo.



O sistema vai recolher os dados que precisa para dar coordenadas a quem administra a produção a um conjunto de sensores instalados nas salas. Ainda não foi revelado por quanto tempo a fabricante japonesa manterá esta experiência.

Escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico

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