Mais de metade das empresas de utilities já viram as suas redes informáticas invadidas por hackers e o risco de ciberataque a este tipo de indústria está a aumentar.

Um estudo realizado pela McAfee junto de 600 responsáveis dos departamentos de TI de empresas de todo o mundo ligadas à electricidade, água, gás, e outros serviços básicos mostra que 54 por cento já sofreu ataques de grande escala.

Nestas investidas, os criminosos podem instalar software malicioso para roubar ficheiros, espiar mensagens de correio electrónico ou mesmo controlar equipamentos dentro da empresa.

A mesma percentagem de inquiridos afirmou igualmente que experimentou ataques de negação de serviço, com 59 por cento a acreditar que os ataques são promovidos por Governos estrangeiros.

Os avanços registados em matéria de legislação e regulação não bastam para mais de um terço dos directores de TI (37%), que acreditam que as vulnerabilidades do sector aumentaram nos últimos 12 meses. Apenas 20 por cento responde pensar estar a salvo de ciberataques de relevo nos próximos cinco anos.

Um terço dos inquiridos pensa que o o seu sector não está preparado para fazer frente aos ataques de larga escala, cnomeadamente na Arábia Saudita, India e México.

Os Estados Unidos e a China lideram a lista dos países que representam maior risco para as empresas de infraestruturas críticas.

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