
Para 98,9 por cento dos utilizadores de mini-portáteis este tipo de equipamentos, que ao longo do último ano invadiu o mercado com preços muito abaixo do que era prática no segmento, representa uma segunda ou terceira alternativa. Talvez por isso este seja também um equipamento tipicamente pessoal e não de uso familiar ou de várias pessoas na mesma empresa, como admitem 67,9 por cento dos inquiridos numa pesquisa da consultora GFK, mostrando que o seu mini-portátil é de uso exclusivamente seu.
Uma percentagem igualmente elevada diz que a utilização deste equipamento é sobretudo feita para fins pessoais (50,6 por cento), embora muitos dos inquiridos reconheçam que esta é uma boa opção para uma utilização mista: pessoal e empresarial, resposta dada por 46 por cento dos inquiridos.
O estudo também quis saber que aspectos determinam a classificação de um PC como mini-portátil, na perspectiva dos utilizadores. A portabilidade é o aspecto mais consensual, sendo referido por 81,4 por cento dos inquiridos. O facto de permitir uma boa mobilidade pela combinação de dimensões e peso reduzidos são outras características apontadas pelos utilizadores (65 por cento).
Já no que se refere às razões que motivam a compra de um mini-portátil, os inquiridos mostram-se rendidos à mobilidade e ao peso/tamanho destes portáteis, aspectos valorizados em mais de 30 por cento das respostas. O preço foi apontado apenas por 9,8 por cento dos inquiridos.
No que se refere às tarefas mais realizadas a partir do mini-portátil o email lidera, seguido do browsing, realização de trabalhos básicos e da visualização de fotos.
O estudo, encomendado pela Toshiba, indica que nos próximos anos os mini-portáteis continuarão a ganhar peso no mercado mas não antevê que este segmento canibalize outros. Também antecipa o crescimento do mercado de acessórios e periféricos para estes equipamentos e uma importância crescente da capacidade de sincronização. A este nível o que a GFK defende é que os utilizadores tendem a valorizar cada vez mais a possibilidade de fazer interagir o seu mini-portátil com outros dispositivos de forma fácil e intuitiva.
O estudo de âmbito europeu foi realizado com base em 2.522 entrevistas a indivíduos com idades entre os 20 e os 55 anos na Alemanha, França, Reino Unido, França, Polónia.
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