Um em cada 10 europeus admite mesmo que usa a Internet para procurar informação sobre saúde pelo menos uma vez por semana. As pesquisas são conduzidas pela necessidade de recolher informação sobre um problema de saúde específico, ou com a intenção de melhorar o estilo de vida e as opções de quem as faz em termos de nutrição e nas atividades físicas.



Os dados do Eurostat revelam ainda que 90% dos inquiridos admitem que a Internet tem contribuído para melhorar os seus conhecimentos sobre temas relacionados com saúde. Oito em cada dez internautas apontam que a informação encontrada online sobre este tema é satisfatória e fácil de compreender.



No entanto, também há quem duvide das fontes da informação que encontra online e, em consequência, da sua credibilidade. Quatro em cada 10 inquiridos revelam ter dúvidas em relação à credibilidade da informação que encontram online.



A pesquisa também mostra diferenças na forma como os cidadãos dos diferentes países usam a Internet para ter acesso a informação sobre saúde. Os que mais recorrem à net são os nórdicos: Suécia, Noruega e Dinamarca. Roménia e Malta surgem no extremo oposto da tabela, revela o estudo, que inquiriu mais de 26 mil europeus durante o mês de setembro.

Escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico

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