No período de oito meses terminado este mês, o departamento chinês que se dedica ao combate à pornografia e aos conteúdos ilegais fechou ou avançou com ações legais contra cerca de 2.500 sites. Citada pela Reuters, a agência noticiosa estatal Xinhua avança que mais de três milhões de conteúdos foram também eliminados desde abril.
A “cruzada” de Pequim contra a obscenidade e a pornografia avança a todo o vapor e o pulso de ferro do Executivo chinês aperta com cada vez mais força a internet no país.
Em novembro, o Parlamento da China aprovou uma legislação que confere ao governo o poder de apagar ou restringir o acesso a conteúdos que considere serem prejudiciais para a integridade e para o bom funcionamento do país. A “segurança nacional” é talvez o argumento mais utilizado por Pequim para legitimar a aplicação deste conjunto de leis manifestamente censórias.
O departamento chinês responsável pelo controlo dos conteúdos publicados na internet considera que as redes sociais são meios de disseminação de conteúdos ilegais e que os serviços de pagamentos por dispositivos móveis, inclusive os chineses Alipay e WeChat, permitem que pessoas individuais acumulem grandes quantias de dinheiro.
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