Com materiais do 1º ao 12º ano, as plataformas Escola Virtual e Aula Digital, respetivamente da Porto Editora e da Leya, já estão disponíveis para os professores criarem as suas turmas de alunos e partilharem os conteúdos existentes nas plataformas ou produzidos por eles próprios com os seus alunos.

É possível organizar aulas, propor exercícios para consolidação e revisão de matérias e partilhar os conteúdos por email, sugere a Porto Editora. Além das versões digitais dos manuais, os alunos podem ver vídeos, animações e resumos da matéria, ou mesmo fazer testes interativos, aponta a Leya.

A Porto Editora explica que, para ter acesso gratuito à Escola Virtual, os alunos ou os encarregados de educação têm de proceder a um registo simples, em que apenas é necessário identificar o estabelecimento de ensino e o ano de escolaridade, disponibilizando-se de imediato os conteúdos da plataforma e as versões digitais dos manuais escolares adotados no respetivo estabelecimento de ensino para esse ano de escolaridade.

A empresa tem uma equipa pedagógica que acompanhará o processo e dará todo o apoio necessário, tendo já disponíveis vídeos sobre as principais funcionalidades da plataforma.

Além das duas editoras, a ANSOL e a comunidade Ubuntu Portugal criaram um site onde apresentam uma lista de software livre e gratuito que pode ser utilizado para colaboração entre alunos, professores e unidades de ensino.

A lista contém especificamente recomendações para o ensino, abrangendo várias disciplinas, como Música, Física ou Matemática, abrangendo diversas faixas etárias.

A FCCN anunciou, entretanto, que está a reforçar a capacidade dos seus principais serviços de apoio à comunidade académica e científica como resposta à atual situação nacional de contenção do COVID-19, "que já começou a afetar o normal funcionamento das Instituições de Ensino Superior, Ciência e Tecnologia, bem como centros de investigação e comunidades científicas", refere em comunicado enviado às redações.

“Neste contexto atual de crise de saúde pública, com medidas de teletrabalho e aulas à distância, verificamos um aumento exponencial da utilização de alguns serviços como o COLIBRI, que tem sido uma ferramenta muito usada pela comunidade científica e de ensino superior para efetuarem aulas e reuniões em teleconferência”, indica Nuno Rodrigues, Coordenador Geral do Programa INCoDE.2030. “A utilização média do serviço antes deste período excecional era de 210 reuniões diárias com 1.990 utilizadores. No dia 12 de março registámos 3.574. A Plataforma NAU e o serviço Educast também têm sido muito utilizados, revelando-se uma grande mais valia para este público”.

Na homepage da FCCN já há um apelo à “otimização da utilização” desta plataforma de videoconferência, por parte da comunidade académica e científica, de modo a evitar constrangimentos.

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