O Facebook Safety Check é uma ferramenta que a rede social ativa em situações de incidente grave ou catástrofe natural. A ideia é que os utilizadores da rede social perto do local onde houve uma tragédia possam dizer aos seus contactos se estão bem. Recentemente a funcionalidade esteve ativa para os atentados na Bélgica e na Turquia, por exemplo.

No fim de semana houve outro atentado, no Paquistão, e o Facebook ativou a verificação de segurança. Mas a tecnológica norte-americana foi alvo de críticas por a ferramenta ter falhado no funcionamento.

Não foram só os utilizadores que estavam no Paquistão, perto de Lahore, que receberam a notificação. Utilizadores de vários países, como EUA, Canadá, Nepal e até Portugal, receberam o alerta a pedir para fazerem o ‘safety check’.

As críticas aconteceram pois se alguns internautas foram notificados sobre onde era a explosão - o que torna o bug menos relevante -, outros apenas foram notificados de que havia uma explosão - e como o serviço funciona à base de localização, muitos pensaram ser perto de si.

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O erro esteve relacionado com um problema no sistema de localização dos utilizadores. “Infelizmente, muitas pessoas não afetadas pela crise [no Paquistão] receberam uma notificação a perguntar se estavam bem. Trabalhamos para resolver o problema e pedimos desculpa a todos os que receberam a notificação por engano”, explicou o Facebook numa resposta à publicação Quartz.

Mas se desta vez o serviço esteve debaixo de ‘fogo’ por um erro técnico, já houve situações em que a postura da rede social foi criticada por causa da falta de critérios que parecia apresentar na escolha dos momentos em que ativava a verificação de segurança. Isto é, o Facebook nunca explicou bem por que motivo disponibiliza a ferramenta para algumas situações e não para outras, como um atentado que houve há semanas na Costa do Marfim.

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