O projeto de lei em questão visa plataformas como o Facebook e o YouTube que, de acordo com os autores, tem apertado cada vez mais o cerco a conteúdo de origem russa.

A proposta defende que as redes sociais "envolvidas na violação dos direitos humanos fundamentais e das liberdades e dos direitos dos cidadãos russos" devem ser adicionadas a uma lista negra. Caso se torne lei, este projeto dará às autoridades o poder de bloquear o acesso dos utilizadores russos a estas plataformas, parcial ou totalmente.

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Anton Gorelkin, parlamentar russo, adianta que as redes sociais que bloquearem conteúdos de órgãos de comunicação social russos, podem ainda ser punidas com multas.

Note que o documento foi aprovado na câmara baixa do parlamento russo, pelo que tem ainda de passar pela instância parlamentar mais alta, oficialmente denominada por Conselho da Federação.

Já este ano, tanto o Facebook como o Twitter alegaram que existiam várias campanhas de desinformação em curso, perpetradas por entidades russas. Em resposta, ambas as plataformas apertaram o cerco a este tipo de conteúdo, sendo que os critérios para a sua eliminação se apertaram à medida que as eleições presidenciais dos EUA se aproximavam.

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