O direito ao esquecimento obriga os motores de pesquisa a removerem dos resultados informação considerada lesiva para um utilizador ou organização, que entretanto tenha ficado desatualizada.



O tema foi alvo de debate na Europa durante anos e uma decisão do Tribunal Europeu em meados deste ano, relativamente a um caso específico, acabou por criar a base legal para avançar com o princípio.


Google, Microsoft e Yahoo estão no leque de empresas visadas. Passaram a ter de disponibilizar uma ferramenta que permite a quem se sentir lesado por informações veiculadas nos resultados de pesquisa, pedir que sejam removidas. Na origem, uma notícia de jornal por exemplo, a informação continua a existir.


Berners-Lee considera que "o direito ao esquecimento, neste momento, parece ser algo perigoso" e acrescenta que "o direito à história é importante". Numa intervenção durante a conferência LeWeb, o fundador do W3C concordou que a informação falsa deve ser apagada da Internet, mas mostrou-se contra a eliminação de informação verdadeira.



"É a nossa sociedade. Nós construímo-la e podemos definir regras relativamente à forma como usamos os dados". "Isso é muito melhor do que fingir que uma coisa nunca aconteceu", relata a Cnet.

Escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico

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