
A Índia está a enfrentar aquela que é considerada como uma das piores vagas da pandemia de COVID-19. À medida que o número de pessoas infetadas e de mortos continua a subir, são vários os utilizadores que partem para redes sociais como o Twitter para expor ao resto do mundo aquilo que se passa no seu país, criticando a atuação do governo indiano.
Porém, o website MediaNama avança que a rede social liderada por Jack Dorsey censurou 52 Tweets que criticavam a resposta do governo do país à nova vaga da doença. De acordo com informações de uma base de dados da Lumen, a decisão terá sido tomada a pedido do governo indiano, baseando-o na Lei de Informação Tecnológica de 2000
Entre as publicações visadas encontram-se comentários de um membro do Parlamento, de um ministro, de dois produtores cinematográficos e de um ator. De modo geral, os Tweets criticam a atuação do governo de Narendra Modi e apontam a situação dramática do sistema de Saúde indiano.
À imprensa internacional, um porta-voz do Twitter indicou que os pedidos legais válidos que recebe são revistos de acordo com as regras da plataforma e com as leis locais. Por um lado, “se o conteúdo violar as políticas do Twitter, será removido do serviço”, explicou.
Por outro, “se for determinado que o conteúdo é ilegal numa jurisdição específica, mas que não viola as regras do Twitter, podemos limitar o seu acesso apenas na Índia. Em todos os casos, notificamos diretamente o dono da conta de modo avisá-lo de que recebemos uma ordem em relação ao seu conteúdo”, indicou o porta-voz.
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