O caso chega ao fim porque as empresas decidiram propor um acordo e evitar um desfecho que lhes pudesse sair mais caro. Já tinham proposto pagar 324,5 milhões de dólares aos ex-colaboradores reunidos na ação popular que levou o caso à justiça. A proposta não foi aceite e por isso foi revista.
Apple, Google, Intel e Adobe entraram no processo a negar a existência de acordos para a não contratação de funcionários umas das outras, mas ao longo do julgamento foram apresentadas um conjunto de provas que mostram o contrário, como emails trocados entre Steve Jobs e o ex-CEO da Google, Eric Schmidt.
Para além disso mantiveram a tese de que não estão a violar qualquer lei, mas os colaboradores reunidos na ação popular discordam e consideram que a medida é um travão à sua evolução profissional e à possibilidade de alcançarem melhores salários.
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