
A posição portuguesa já foi transmitida à Comissão Europeia pelo primeiro-ministro, António Costa, e será formalmente institucionalizada na reunião informal do Conselho Europeu de 23 de Fevereiro, segundo avança o jornal Público, citando um executivo do Governo português.
O recurso a um novo tipo de impostos europeus que não recaiam sobre os cidadãos dos Estados-membros são “vitais”, defende o membro do Governo citado. É com base nestes recursos que se propõe a participação de cada país para os 1,2% proposta, destinada, por sua vez, a aumentar os recursos da União Europeia.
“Há Estados europeus, como a França, que individualmente conseguiram fazer acordos fiscais com plataformas digitais”, refere. “Se isto é possível com um Estado, mais força terá uma negociação ao nível da União Europeia”.
O Governo português defende a taxação digital a nível comunitário argumentando que todos em conjunto têm mais força e "diminui o efeito de desigualdade Estado a Estado, porque uma coisa é a Google negociar com a Alemanha, outra é negociar com Malta".
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