O ano fiscal que terminou em maio foi positivo para a Oracle Portugal, que ganhou quota num mercado TI estagnado e fechou novos contratos no sector público, mas também em áreas como a aeronáutica ou as utilities.


Num encontro com a imprensa, Hugo Abreu, country manager da empresa em Portugal, admitiu que a consolidação e simplificação do IT, com o objetivo de ganhar eficiência, têm dado mote a muitos dos investimentos em tecnologias Oracle no mercado local. Esta é uma regra que se aplicou também no sector público, que foi responsável por 25% das receitas obtidas pela companhia no ano fiscal terminado a 31 de maio.


Neste contexto, os Engineered Systems, que combinam software e hardware, deram um contributo relevante para a performance da empresa em Portugal e ajudaram a assegurar o crescimento acima dos 50% no hardware. Nestes Engineered Systems incluem-se soluções como o Exadata ou o Exalogic.


No ano fiscal terminado em maio a Oracle alcançou receitas de 38,3 mil milhões de dólares, num crescimento de 3% face ao ano anterior. As receitas associadas à oferta Cloud cresceram 5% para 1,1 mil milhões de dólares, um valor que faz da empresa a segunda maior do mundo na comercialização de tecnologias como um serviço, assegura a Oracle.


Hugo Abreu garante que em Portugal o interesse das empresas na cloud é elevado. Também admite que a Oracle venha a estabelecer parcerias com fornecedores de serviços na nuvem na disponibilizar a sua oferta nesta área, que hoje cobre as áreas de infraestruturas, software e plataformas.

Escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico

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