A consultora acaba de revelar os dados de previsão de gastos em IA e refere um aumento de 43% já este ano, face a 2017. Os recursos de Inteligência Artificial (IA) estão a expandir-se rapidamente, assim como os casos de aplicação, incluindo a análise de fraudes, recomendação de processos de vendas e automação de TI, que vão ajudar a impulsionar o investimento nesta área.
A aposta existe no sector privado mas também no sector público, e algumas áreas que estão a liderar os investimentos. A banca e o retalho estão no top das que mais gastam nesta área, e juntamente com a indústria de manufatura acumulam 42% de todos os gastos na Europa Ocidental com inteligência artificial e sistemas cognitivos. Até 2022 o investimento vai aumentar 39%, atingindo os 10,8 mil milhões de dólares, com a entrada na corrida do sector da saúde.
Os investimentos do sector financeiro estão a ajudar as empresas a detetar atos ilícitos em contas de clientes e distinguir transações genuínas de fraudulentas, que podem causar danos à reputação e perdas financeiras significativas. No retalho é a crescente utilização de agentes automatizados de atendimento ao cliente, chatbots e assistentes virtuais que domina o investimento, fazendo com que esta área passe a liderar o ranking nos próximos cinco anos.
Na área da saúde, os desenvolvimentos da assistência médica estão a levar a avanços importantes na melhoria dos modelos de atendimento ao paciente, na deteção precoce e no tratamento de doenças, no diagnóstico e na investigação médica. A inteligência artificial está a ajudar os médicos a automatizar o diagnóstico, extraindo informações dos dados dos pacientes para facilitar as decisões e personalizar os tratamentos.

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