O projeto vai absorver um investimento de 55 milhões de euros, tirando partido de fundos europeus, e prevê o registo de 22 patentes até 2018. Durante o prazo de vigência do projeto a expectativa é de que sejam contratados mais 90 engenheiros e 170 bolseiros.

Em Braga a Bosch fabrica sistemas de informação, entretenimento e segurança para a indústria automóvel. A unidade minhota é a maior fábrica do grupo alemão na Europa para esta área de negócio.

Esta sexta-feira, 4 de março, terá lugar a cerimónia oficial de lançamento da segunda-fase do projeto com a assinatura de um novo contrato, um evento que contará com a presença do Primeiro-ministro António Costa.  

O Negócios detalha que entre os pontos com espaço no novo contrato de parceria que as duas entidades vão assinar esta sexta-feira estão a investigação e desenvolvimento de soluções na área das interfaces homem-máquina, realidade aumentada e condução autónoma. Outro tópico diz respeito ao desenvolvimento da fábrica inteligente, com novas metodologias de conceção de dispositivos eletrónicos e controlo de processos.

A primeira fase do projeto, que junta a Bosch à Universidade do Minho, decorreu entre 2012 e 2015. Contou com um investimento de 19 milhões de euros e deu origem a 12 patentes.   

Esta quarta-feira a Bosch também anunciou que vai investir mais 25 milhões de euros no centro de inovação de Aveiro, focado nas soluções de água quente. A verba vai servir para criar um novo centro de investigação.

Em outubro do ano passado a empresa alemã já tinha revelado que até 2018 pretende reforçar com mais mil colaboradores o número de funcionários na unidade de Braga, na maioria engenheiros. Nessa altura passará a contar com três mil funcionários na unidade.

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