O Huawei P40 lite já está nas lojas e a série P40, com o P40 “normal” e o P40 Pro estão em pré -venda, com entregas em loja a partir de 7 de abril mas a Huawei está a adaptar a sua logística para responder às necessidades dos clientes que vão comprar os novos smartphones ou outros equipamentos da sua oferta, como o P30 lite new edition ou o PSmart Pro. E não deixa os já clientes de fora, com apoio remoto e maior proximidade do centro de reparação.

“Queremos continuar a diferenciar no mercado. Fomos a primeira marca com service centers dedicados e pensámos em como podíamos reforçar o nosso serviço”, explicou ao SAPO TEK Tiago Flores, responsável pelo mercado de consumo da Huawei em Portugal.

Com a maioria dos portugueses confinados em casa e as lojas fechadas, a Huawei mantém serviços de backoffice a trabalhar e as iniciativas foram desenhadas para evitar que o cliente tenha de se deslocar à loja ou ao centro de reparação. Através do site, telefone ou Whatsapp, pode obter as respostas a dúvidas, encaminhamento de quem tem um problema, apoio na instalação de aplicações nos novos smartphones ou ter acesso a um serviço de pickup com recolha de equipamentos avariados em casa dos clientes.

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Quem tinha smartphones em reparação vai poder também recebê-los em casa quando o arranjo estiver terminado, e como bónus a todos os clientes a Huawei alargou as garantias que estavam a terminar em março e abril até 15 de junho de 2020. “Se a situação se agravar e o Estado de Emergência se prolongar podemos voltar a estender a data”, adianta o responsável pela área de consumo da Huawei.

Quem pediu um serviço VIP da Huawei?

Para os clientes que comprarem o Huawei P40 lite, o P40 ou o P40 Pro a marca também tem serviços especiais, os VIP Services. Em acordo com vários retalhistas foi criada uma rede de apoio em mais de 100 pontos de contacto que ajudam na configuração inicial dos telefones, criação de Huawei ID, configuração da Huawei Cloud, que tem 15 GB de oferta, e setup do telefone.

O mesmo apoio é prestado através do call center, num modelo que a Huawei já testou com o Mate 30, e que está disponível para ajudar a migração de conteúdos e de aplicações para os novos telefones, que não têm Google Mobile Services. No site há também uma comunidade onde se partilham as experiências e as respostas a dúvidas dos clientes.

“Construir o caminho” com os primeiros equipamentos com Huawei Mobile Services

Tiago Flores mostra-se confiante em relação à aceitação dos consumidores portugueses dos novos smartphones da Huawei que, devido ao bloqueio económico dos EUA, não têm os Google Mobile Services com que todos se habituaram a contar no Android.

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“Temos sempre as melhores expectativas perante um produto muito evoluído tecnologicamente, mas agora estamos a passar uma fase difícil para o consumo”, admite Tiago Flores que não quis avançar números.

Os novos smartphones vão estar disponíveis em todos os canais, nos operadores e no retalho, na primeira massificação de equipamentos da marca sem os serviços de base da Google. “A nossa principal preocupação é poder ajudar clientes a encontrar o produto, com uma estratégia também focada no online […] Estamos a construir caminho nos primeiros equipamentos com HMS e confiantes de que continuará a dar ao utilizador a melhor experiência”, afirma.

Em alternativa mantêm-se a aposta no Huawei P30 lite e PSmart Pro, que continuam a vir configurados com os Google Mobile Services e que estão posicionados numa gama de oferta onde a Huawei é forte e tem ajudado a alavancar os números da empresa.

Desde o ano passado a Huawei também reforçou o ecossistema de wearables, com os smartwatches, e o áudio, com os auriculares, e Tiago Flores garante que estas categorias estão a crescer muito acima do mercado, assim como os computadores portáteis MateBook, que foram agora relançados. “Nas últimas duas semanas foram top de venda dos principais retalhistas, e temos uma oferta com a Microsoft do Office 365 durante um ano”, explica o responsável pela área de consumo, adiantando que este reconhecimento permitirá já em maio reforçar a gama com novos processadores e acrescentar propostas de valor neste ecossistema.

E as TVs? Esta é uma área que a Huawei lançou na China e para a qual existe expectativa na Europa. “Há um grande desejo de trazer a oferta o mais rápido possível para o mercado português, desejavelmente ainda este ano”, afirma Tiago Flores, que no entanto não consegue ainda adiantar qualquer data.

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