Os gestores portugueses compreendem o significado da inovação empresarial e a sua importância na sustentabilidade da empresa, mas essa percepção "não é traduzida em investimento, alocação de recursos, processos e sobretudo em capacidade de medir resultados", conclui o Business Innovation Survey 2008 da Strategos.
Nas respostas ao estudo encomendado pela SAP é possível perceber a falta de uma cultura transversal de inovação nas empresas portuguesas, quando as respostas apontam para a convicção de que existem responsáveis pelo tema dentro da organização e que eles são basicamente os CEOs e as direcções de marketing.
Dois terços dos executivos assumem não ter orçamento próprio para a inovação (excluindo I&D) nem processos formalizados para a gerar. As principais barreiras à inovação são para 70 por cento dos gestores, o foco no curto prazo e nas operações. Também apontam a falta de uma cultura de inovação nacional (33 por cento) como aspecto com influência na vida das organizações.
Mas o documento também torna evidente que há algumas mudanças em curso.
Oitenta e sete por cento dos inquiridos defendem que a inovação pode ser uma condição de sobrevivência para a sua organização. Quase metade dos inquiridos mostra, por outro lado, que há uma crescente alocação de recursos para promover a inovação que é, na maioria dos casos, associada ao desenvolvimento de novos produtos e serviços e ao desenvolvimento de novos modelos de negócios. Percentagem idêntica elege como muito importante para os próximos cinco anos a inovação.
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